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Coleta de amostras do Projeto INCT – Biodiversidade do Solo, em áreas de cultivo de café, pastagem e mata nativa, de fazendas produtoras da região Sudoeste da Bahia. Pesquisadores da UFBA, UESB e UFLA

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Coleta de amostras do Projeto INCT – Biodiversidade do Solo, em áreas de cultivo de café, pastagem e mata nativa, de fazendas produtoras da região Sudoeste da Bahia. Pesquisadores da UFBA, UESB e UFLA: Alisson Meireles Flores, Alexandra Damasceno Santos, Valber Dias Teixeira, Elismar Pereira de Oliveira, Giovanna Dos Santos Lima, Arthur Matos Costa, Pedro Cardoso Teixeira, Patrícia Lopes Leal, Kênia Aparecida dos Santos Mateus e Isabela Alberico Sousa.
Coleta de amostras do Projeto INCT – Biodiversidade do Solo, em áreas de cultivo de café, pastagem e mata nativa, de fazendas produtoras da região Sudoeste da Bahia. Pesquisadores da UFBA, UESB e UFLA: Alisson Meireles Flores, Alexandra Damasceno Santos, Valber Dias Teixeira, Elismar Pereira de Oliveira, Giovanna Dos Santos Lima, Arthur Matos Costa, Pedro Cardoso Teixeira, Patrícia Lopes Leal, Kênia Aparecida dos Santos Mateus e Isabela Alberico Sousa.

De 1 e 6 de julho, o grupo de pesquisa da Profa Dra. Patrícia Lopes Leal, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), recebeu a visita das pesquisadoras Dra. Kênia Aparecida dos Santos Mateus e da M.Sc. Isabela Alberico Sousa, da Universidade Federal de Lavras (UFLA). As pesquisadoras da UFLA são parceiras do Projeto INCT/CNPq/Fapemig/Capes – Biodiversidade do Solo, coordenado pela Profa. Dra. Fatima Maria de Souza Moreira. Juntamente com discentes de graduação e pós-graduação do grupo de pesquisa local, elas realizaram uma amostragem de solo para estudo da diversidade de Fungos Micorrízicos Arbusculares (FMAs) e da macrofauna, com foco em formigas, em áreas cultivadas com café, pastagem e mata nativa, de fazendas produtoras da região Sudoeste da Bahia.

Durante a visita, os grupos de pesquisa trocaram conhecimentos e experiências, demonstrando e aplicando metodologias específicas de suas áreas. Essa parceria interinstitucional é fundamental e promete avanços científicos e biotecnológicos significativos.

Os resultados contribuirão para um maior conhecimento sobre a diversidade de FMAs e da macrofauna do solo na região, que é a principal produtora de café da Bahia, e auxiliarão no desenvolvimento de práticas agrícolas mais sustentáveis e na conservação dos recursos naturais.